Uma nova pesquisa, realizada por dois investigadores franceses da Universidade de Rennes, descobriu que os adultos disléxicos têm diferenças estruturais na fóvea. Os investigadores examinaram a fóvea de 60 adultos, incluindo 30 adultos com dislexia. Foi descoberto que as áreas azuis sem cones da fóvea são assimétricas em adultos sem dislexia, mas formam padrões correspondentes nos olhos das pessoas com dislexia.

Os adultos sem dislexia têm um ponto circular na fóvea do olho dominante e uma mancha em forma oblonga no olho não dominante. Em contraste, aqueles com dislexia têm pontos circulares em ambas as fóveas e nenhum dos olhos é dominante. Cada olho produz uma imagem ligeiramente diferente, que tem o potencial de confundir o cérebro.

Os autores concluem: “ A relação entre a falta de assimetria e o desenvolvimento da maturação neurológica das ligações cerebrais, sugere novas implicações tanto na ciência  fundamental como na ciência biomédica.”

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